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reflexões do exilado

a fada tem duvidas se ainda voa , e não esta mais la alguem capaz de enchergar sua falta , o guardião foi expulso e os principes não mais são oq deseja , talvez quisesse apenas o mesmo ouvido de sempre para depositar seus medos ,o mesmo ombro onde colocar suas lagrimas ... mas ele se foi .... ele pecou e pagou,sera que teras a mesma força .. talvez tdas estas palavras sejam apenas vontades do peregrino expulso que hoje sou, mas ainda tenho vontade de voltar e guardar cada lagrima cada medo com uma palavra de anceio .. a voltar a ter minha armadura e meu castelo forte ... que tudo voltasse a sua ordem natural .... que não fosse mais condenado .... ms sera impusivel... o odio arde junto da dor na bela fada .... mas sera que eria capaz de contornar novamente ... de dar-lhes azas como certa vez?

desaprendi até mesmo meu nome ... ams tentarei ...lutarei ... pois cada passo desta estrada parece estar escrito uma memoria ... uma história tola de cumplicidade ....que eu fiz o cumulo de quebrar ....

mas por hora irei migrar atraz de abrigo ... quem sabe mais tarde veja verdadeiro chamado da fada ... paar recompor o passado a paz e o abrigo ....

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A árvore que não plantei

 Minha memória anda estranha Lembro de coisas que não sei bem se existiram Com o passado faço barganha Me apego a aquelas que ainda não me fugiram Lembro bem de uma árvore Aquela que nunca plantei  Aquela que não deu gritos  Nos caminhos que nunca andei Lembro do suor da terra E daquele cheiro úmido no ar Todo o céu sem um azul Um único olhar  Ah, o olhar Existem olhares que entram na alma ... Existe algum olhar que te acalma? O olhar que nunca ganhei Lembro bem de uma árvore Aquela que nunca plantei,  Que o fruto não colherei A árvore, tua árvore. Se bem que não existem jardins  na cidade das memórias

O topo

Eu escalei Escupi o mundo A minha imagem e semelhança Engoli o necessário... Me fiz assim... E mesmo assim, Me sinto sozinho Ninguém me olha, De certa forma Não como sou... Eu não mudei... Sou o mesmo merda de sempre Mas não o merda que acham que sou ... Sou um sabotador Um merda, Um nada... Pense assim: Nenhum parasita Se instala pedindo licença E eu sou o parasita Me encosto de canto, Entro via fumaça, Na sua respiração Sou louco o suficiente para estuda-la. Tudo isso é uma alucinação De um homem monstro Já disse, o álcool e outro eu... Uma coisa boa me aconteceu Não sei lidar, é claro, fudi com tudo... Afinal nunca quis ser feliz...
Resto Eu sou o resto Deixei a máscara cair Eu não presto Seu menos que Cain, Abel me veria subir Eu sou o vasculho, o resto de entulho, A parte que nada vale  Eu sou menos Getúlio Fascista, funcionário