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Devo agir!!!

O relógio tini tão devagar nesta pseudo-manham
não sei oque me ocorre
o dia parece hostil
mal sei oque esperar
a energia não me suga ,nem contrai
a vida não respira neste lugar
o vento não bate mais a janela

Apenas a penumbra e toda esta falsa família
oque devo fazer
não queria ser tão distante
mas existe um muro entre nos
e fui eu quem o construí
sendo o monstro que sou
e agora chora sobre sua cama enquanto me resumo apenas a reclamar

E o chiado da vida me vem novamente
talvez seja consciência
oque devo fazer?
concordar? Discordar? Ignorar?

Talvez me seja o sangue jovem
mas não me vejo da forma que hoje ela esta
ignore oque lhe afliges
foi a única lição que aprendi nesta vida
mas então por que ela de tanto tempo neste mundo
ainda se deixa abalar

E ao olhar pela janela
que enciste em manter fechada
não vê mais as cores do mundo
nem mesmo suas formas em cinza
lhe vê apenas  silhuetas surreais

E como lhe tirar a cegueira dos olhos
como mostrar a vida ,a liberdade?
me mostre ...alguém me mostre
pois já tentei lhe dar azas
mas esta não es fada
já tentei doar palavras
mas esta não es poeta
oque devo fazer?

Estou atado com dobras de cetim
frágeis e belas ...
e teu cuidado e tudo que lhe faz viver?
então este será meu único passo
ficar!!!

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A árvore que não plantei

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O topo

Eu escalei Escupi o mundo A minha imagem e semelhança Engoli o necessário... Me fiz assim... E mesmo assim, Me sinto sozinho Ninguém me olha, De certa forma Não como sou... Eu não mudei... Sou o mesmo merda de sempre Mas não o merda que acham que sou ... Sou um sabotador Um merda, Um nada... Pense assim: Nenhum parasita Se instala pedindo licença E eu sou o parasita Me encosto de canto, Entro via fumaça, Na sua respiração Sou louco o suficiente para estuda-la. Tudo isso é uma alucinação De um homem monstro Já disse, o álcool e outro eu... Uma coisa boa me aconteceu Não sei lidar, é claro, fudi com tudo... Afinal nunca quis ser feliz...
Resto Eu sou o resto Deixei a máscara cair Eu não presto Seu menos que Cain, Abel me veria subir Eu sou o vasculho, o resto de entulho, A parte que nada vale  Eu sou menos Getúlio Fascista, funcionário