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Ainda lerei

Tento codifica-la como se fosse exata…
Tento faze-lo com o que já li…
Mas esqueço das histórias mal acabadas,
De tuas estadas passadas,
Das paginas rasgadas e manhã rabiscadas…
Tento ignorar as variáveis tornando em exatidão
E logo percebo que estava tudo errado …
E este velho jogo recomeça,
Colocamos novamente em mesa todas as peças,
Sem figuras, mas com faces.
De um passado não tão distante…
Iniciam-se os cálculos e eu finjo que não sei
Que nunca irei prever
Se próximo passo que nunca criarei nosso laço …
Mas talvez no fundo desta psicopatia
Eu goste de errar em tudo que já sabia ….
Pois isto te torna única
O único livro que não pude ler ….
O único código que não pude olhar …
Tudo continua  perdido em teu  pensar

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O topo

Eu escalei Escupi o mundo A minha imagem e semelhança Engoli o necessário... Me fiz assim... E mesmo assim, Me sinto sozinho Ninguém me olha, De certa forma Não como sou... Eu não mudei... Sou o mesmo merda de sempre Mas não o merda que acham que sou ... Sou um sabotador Um merda, Um nada... Pense assim: Nenhum parasita Se instala pedindo licença E eu sou o parasita Me encosto de canto, Entro via fumaça, Na sua respiração Sou louco o suficiente para estuda-la. Tudo isso é uma alucinação De um homem monstro Já disse, o álcool e outro eu... Uma coisa boa me aconteceu Não sei lidar, é claro, fudi com tudo... Afinal nunca quis ser feliz...

A árvore que não plantei

 Minha memória anda estranha Lembro de coisas que não sei bem se existiram Com o passado faço barganha Me apego a aquelas que ainda não me fugiram Lembro bem de uma árvore Aquela que nunca plantei  Aquela que não deu gritos  Nos caminhos que nunca andei Lembro do suor da terra E daquele cheiro úmido no ar Todo o céu sem um azul Um único olhar  Ah, o olhar Existem olhares que entram na alma ... Existe algum olhar que te acalma? O olhar que nunca ganhei Lembro bem de uma árvore Aquela que nunca plantei,  Que o fruto não colherei A árvore, tua árvore. Se bem que não existem jardins  na cidade das memórias
Resto Eu sou o resto Deixei a máscara cair Eu não presto Seu menos que Cain, Abel me veria subir Eu sou o vasculho, o resto de entulho, A parte que nada vale  Eu sou menos Getúlio Fascista, funcionário