Pular para o conteúdo principal

Alô...

A chuva cai lá fora... Não sei mais se isso é bom ou ruim...
Que tolice é apenas a natureza… mas parece tanto um sinal…

Não sei por que mais esse cheiro me lembra de tanto você…
Que tolice é apenas o sereno… mas me lembra tanto do seu toque…

As janelas estão embaçadas… posso ver as pessoas lá fora… cada borrão me parece você... Seu andar tão decorado por mim…
Que tolice  esta tão longe agora…

A lua aparece lá fora… mal posso ver… mas me parece tão familiar…
Que tolice essa noite já faz tanto tempo…

Acho um texto... Nossa canção... Que invocava o eterno… parece que você me persegue hoje… é como se estivesse pensando em mim…
Que tolice jurou nunca mais me ver…

Um vulto… agora tive certeza que estava aqui…
Que tolice, sei que já se foi…

O telefone toca… sua voz…
Que tolice… acreditar que tudo acabaria no adeus que disse para mim…

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O topo

Eu escalei Escupi o mundo A minha imagem e semelhança Engoli o necessário... Me fiz assim... E mesmo assim, Me sinto sozinho Ninguém me olha, De certa forma Não como sou... Eu não mudei... Sou o mesmo merda de sempre Mas não o merda que acham que sou ... Sou um sabotador Um merda, Um nada... Pense assim: Nenhum parasita Se instala pedindo licença E eu sou o parasita Me encosto de canto, Entro via fumaça, Na sua respiração Sou louco o suficiente para estuda-la. Tudo isso é uma alucinação De um homem monstro Já disse, o álcool e outro eu... Uma coisa boa me aconteceu Não sei lidar, é claro, fudi com tudo... Afinal nunca quis ser feliz...

A árvore que não plantei

 Minha memória anda estranha Lembro de coisas que não sei bem se existiram Com o passado faço barganha Me apego a aquelas que ainda não me fugiram Lembro bem de uma árvore Aquela que nunca plantei  Aquela que não deu gritos  Nos caminhos que nunca andei Lembro do suor da terra E daquele cheiro úmido no ar Todo o céu sem um azul Um único olhar  Ah, o olhar Existem olhares que entram na alma ... Existe algum olhar que te acalma? O olhar que nunca ganhei Lembro bem de uma árvore Aquela que nunca plantei,  Que o fruto não colherei A árvore, tua árvore. Se bem que não existem jardins  na cidade das memórias
Resto Eu sou o resto Deixei a máscara cair Eu não presto Seu menos que Cain, Abel me veria subir Eu sou o vasculho, o resto de entulho, A parte que nada vale  Eu sou menos Getúlio Fascista, funcionário