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Não durmo mais tão bem de noite...

Não durmo mais tão bem de noite… é como se esperasse algo… talvez esteja doente… engraçado como tudo começou ao te ver…

Não durmo mais tão bem de noite… mas não sinto necessidade de sonhar… pois agora o faço acordado… ao imaginar coisas que certamente não irei viver…

Não durmo mais tão bem de noite... As estrelas se tornaram mais sedutoras… talvez também estejas a mira-las… no que pensas agora???

Não durmo mais tão bem de noite… o luar parece tão lindo… por algum motivo me lembram do seu olhar… ok ok… seus olhos brilham mais lindamente…

Não durmo mais tão bem de noite… e na madrugada  quero partir… sem motivo… para tão longe… talvez tão perto… de ti...

Não durmo mais tão bem de noite… sinto falta de seu calor… que talvez nunca tenha estado aqui… mas já me fez sorrir…

Não durmo mais tão bem de noite…

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O topo

Eu escalei Escupi o mundo A minha imagem e semelhança Engoli o necessário... Me fiz assim... E mesmo assim, Me sinto sozinho Ninguém me olha, De certa forma Não como sou... Eu não mudei... Sou o mesmo merda de sempre Mas não o merda que acham que sou ... Sou um sabotador Um merda, Um nada... Pense assim: Nenhum parasita Se instala pedindo licença E eu sou o parasita Me encosto de canto, Entro via fumaça, Na sua respiração Sou louco o suficiente para estuda-la. Tudo isso é uma alucinação De um homem monstro Já disse, o álcool e outro eu... Uma coisa boa me aconteceu Não sei lidar, é claro, fudi com tudo... Afinal nunca quis ser feliz...

Quatro paredes pequenas

O quarto é o mesmo a solidão não, me sinto assim, mesmo acompanhado O quarto é mesmo a sensação é de agrado, mesmo um pouco sufocante Quantas histórias pode ter uma estante? O quarto é o mesmo a fumaça é outra, ainda não sei por que.. Hoje só me movo a reboque. O quarto é o mesmo, as vezes lembro de todos corpos que aqui entraram e nos que não entraram O quarto é o mesmo a palafita não, não sei por que hoje estou aqui na cidade das memórias

A árvore que não plantei

 Minha memória anda estranha Lembro de coisas que não sei bem se existiram Com o passado faço barganha Me apego a aquelas que ainda não me fugiram Lembro bem de uma árvore Aquela que nunca plantei  Aquela que não deu gritos  Nos caminhos que nunca andei Lembro do suor da terra E daquele cheiro úmido no ar Todo o céu sem um azul Um único olhar  Ah, o olhar Existem olhares que entram na alma ... Existe algum olhar que te acalma? O olhar que nunca ganhei Lembro bem de uma árvore Aquela que nunca plantei,  Que o fruto não colherei A árvore, tua árvore. Se bem que não existem jardins  na cidade das memórias